Com o intuito de melhorias no ensino aprendizagem dos alunos do Ensino Fundamental (anos finais) e Ensino Médio são realizadas a cada dois anos oficinas de textos (Crônica, Artigo de Opinião, Poesia etc), objetivando a compreensão da tipologia textual, bem como melhorias no que diz respeito a ortografia dos respectivos alunos para concorrer nas etapas municipais, regionais e estaduais. A E.E.J.S.S teve o privilégio de competir com dois textos, estes que foram acompanhados pela professora de Língua Portuguesa Antonia Janaína Nobre de Albuquerque para as devidas correções. Ambos chegaram até a etapa estadual.
Texto (Artigo de Opinião) - Aluna: Samonaia Freire da Silva (2° Ano)
A DISPUTA POLÍTICA EM RIACHO DA CRUZ/RN SOB A ÓPTICA REFLEXIVA
A atual situação da política brasileira requer cuidados, e um olhar crítico e
minucioso sobre os governantes. A corrupção, brigas e disputas pelos cargos políticos
estão cada vez maiores, ganhando espaço em todos os meios de comunicação, pois é o
que mais se vê hoje, seja quando ligamos a TV, ou quando lemos um jornal e revista. E
nós cidadãos somos sujeitos desse confronto entre partido A e B, além de sermos os mais
prejudicados.
Não muito distante do centro político – Brasília – encontra-se Riacho da Cruz
no interior do Rio Grande do Norte, hoje com aproximadamente 2.800 eleitores, uma
cidade pacata, mas que em meio ao frevo político vira palco de discórdia e rivalidade.
As eleições se aproximam e junto com elas vem o reconhecimento, o aperto de
mão, o “tapinha no ombro”, nessa hora os candidatos conhecem cada eleitor e viram
amigo íntimo do candidato, até o dia da votação, é claro. Depois disso quando o candidato
consegue sua tão almejada cadeira na câmara dos vereadores ou mesmo no gabinete do
prefeito, o pobre eleitor não é mais reconhecido e passa então a ser invisível. A política
riachocruzense se divide em dois partidos. A “situação” composta essencialmente pelos
Democratas (DEM) e a “oposição”, pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro
(PMDB), dois grupos políticos distintos entre si, mas com os mesmos objetivos
supostamente, melhorar a qualidade de vida da população do município. Será?
Não é de hoje que os governantes e aqueles que disputam uma eleição, fazem
isso apenas para satisfazer o seu ego, desde o princípio quando passou a haver o voto para
decidir quem governa, que o nosso país é cercado por pessoas, digamos interesseiras,
pessoas que usam de todas as armas para ganhar e adquirir PODER. É nesse sentido que
entra a compra de voto, a troca de favores, um remédio em troca de voto, e porque não
dizer o voto de cabresto. Esse se dar quando um eleitor é obrigado a votar em
determinado candidato para que o mesmo não perca o emprego ou continue usufruindo
de alguns benefícios. Na teoria isso é crime, mas na pratica há muito o que mudar.
Se tratando de Riacho da Cruz em específico, as duas bases políticas agora
entram em choque, é chegando o momento onde as acusações ganham o papel principal
dessa história, todos se atacando das formas mais absurdas possíveis. O eleitorado fica
dividido. Há aqueles que são fanáticos por determinado partido e é defensor mortal de tal
candidato, capazes de dar o sangue por ele. Alguns eleitores são meros espectadores,
ficam em casa vendo a chuva passar, outros não, vão às ruas, vestem a camisa e se preciso
for entra no tapa para defender seu candidato ou partido. Amizades são desfeitas. E assim
os candidatos seguem em busca de um cargo, rumo à vitória ou à derrota. E o eleitor perde
amigos, brigas em vão e talvez se arrependa disso. E quando se arrependem é tarde
demais. Na minha opinião as pessoas que tem o poder de decidir quem governa, deveriam
refletir um pouco, parar para pensar na atual situação da nossa cidade, se está bom assim,
se precisa melhorar, penso que se cada um que vota e ajuda a eleger um determinado
candidato deveria passar a cobrar mais dele, ir atrás, fazer com que ele(s) cumpram com
as promessas ditas em palanque. Quem sabe dessa forma ocorra de fato uma mudança,
seja no município ou até mesmo no país. E preciso que haja a conscientização de todos,
inclusive a minha, para de alguma maneira lutar por mais igualdade, por direitos iguais,
por uma sociedade mais justa e por governantes honestos, mesmo sabendo que é quase
impossível de se encontrar, porém eu posso mudar a população, você também pode mudar
e fazer com que tenhamos um governo que veja o outro como a si mesmo.
É assim que a política corre em Riacho da Cruz, como também em outras cidades
pequenas. A cada quatro anos o cenário da cidade muda e quem toma lugar é a rivalidade
política. A população fica à mercê de intrigas, e da esperança que o seu candidato se eleja.
Parte da população pensa na sociedade como um todo, no bem para todos, ouve propostas,
analisa o caráter do candidato, outros em sua maioria, não pensam no conjunto, no bem
da comunidade, apenas em vê seu partido ganhando mais poder ou mesmo em ganhar
algumas migalhas. Na maioria das vezes o pobre cidadão não se importa em saber quem
vai governar, como vai governar, se trará mudanças para a população, se fará para todos,
muitos se importam com o valor a ser pago pelo seu voto e mais nada, tanto faz quem vai
ganhar ou perder, se saberá ou não trabalhar em prol do bem de toda a população. Mas
tenho certeza que o melhor a fazer é ter o cuidado e saber em quem depositar a nossa
confiança, em quem fará o melhor para a nossa cidade. Seja vereador ou prefeito quem
decide quem governa é cada cidadão.
O futuro da sociedade está nas minhas, e nas minhas, e nas de todos, então que
sejamos rigorosos e atenciosos na hora de decidir e escolher em quem votar, pois esse é
um caminho que não tem volta, só depois de quatro anos. O poder está nas nossas mãos
e que sejamos críticos, analíticos e, acima de tudo, que antes de depositar o voto em
alguém que só pensa em si próprio, nós pensamos no todo. Esse é o verdadeiro sentido
da eleição: saber escolher quem realmente tem capacidade para governar para todos e não
apenas para uma parte. Que saibamos exercer a nossa democracia na busca por uma saúde
de qualidade, uma educação que seja colocada em primeiro plano, a segurança de todos,
a geração de empregos e renda para famílias mais pobres, enfim o bem estar de todos os
habitantes, independentes se o eleitor votou em A ou B, pois quem aceita entrar numa
disputa política deve pensar nos outros antes de pensar em si mesmo. E que nós cidadãos
participantes ativos na construção e desenvolvimento da sociedade não sejamos
cúmplices de um governo de poucos, mas de um governo de todos e para todos.
minucioso sobre os governantes. A corrupção, brigas e disputas pelos cargos políticos
estão cada vez maiores, ganhando espaço em todos os meios de comunicação, pois é o
que mais se vê hoje, seja quando ligamos a TV, ou quando lemos um jornal e revista. E
nós cidadãos somos sujeitos desse confronto entre partido A e B, além de sermos os mais
prejudicados.
Não muito distante do centro político – Brasília – encontra-se Riacho da Cruz
no interior do Rio Grande do Norte, hoje com aproximadamente 2.800 eleitores, uma
cidade pacata, mas que em meio ao frevo político vira palco de discórdia e rivalidade.
As eleições se aproximam e junto com elas vem o reconhecimento, o aperto de
mão, o “tapinha no ombro”, nessa hora os candidatos conhecem cada eleitor e viram
amigo íntimo do candidato, até o dia da votação, é claro. Depois disso quando o candidato
consegue sua tão almejada cadeira na câmara dos vereadores ou mesmo no gabinete do
prefeito, o pobre eleitor não é mais reconhecido e passa então a ser invisível. A política
riachocruzense se divide em dois partidos. A “situação” composta essencialmente pelos
Democratas (DEM) e a “oposição”, pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro
(PMDB), dois grupos políticos distintos entre si, mas com os mesmos objetivos
supostamente, melhorar a qualidade de vida da população do município. Será?
Não é de hoje que os governantes e aqueles que disputam uma eleição, fazem
isso apenas para satisfazer o seu ego, desde o princípio quando passou a haver o voto para
decidir quem governa, que o nosso país é cercado por pessoas, digamos interesseiras,
pessoas que usam de todas as armas para ganhar e adquirir PODER. É nesse sentido que
entra a compra de voto, a troca de favores, um remédio em troca de voto, e porque não
dizer o voto de cabresto. Esse se dar quando um eleitor é obrigado a votar em
determinado candidato para que o mesmo não perca o emprego ou continue usufruindo
de alguns benefícios. Na teoria isso é crime, mas na pratica há muito o que mudar.
Se tratando de Riacho da Cruz em específico, as duas bases políticas agora
entram em choque, é chegando o momento onde as acusações ganham o papel principal
dessa história, todos se atacando das formas mais absurdas possíveis. O eleitorado fica
dividido. Há aqueles que são fanáticos por determinado partido e é defensor mortal de tal
candidato, capazes de dar o sangue por ele. Alguns eleitores são meros espectadores,
ficam em casa vendo a chuva passar, outros não, vão às ruas, vestem a camisa e se preciso
for entra no tapa para defender seu candidato ou partido. Amizades são desfeitas. E assim
os candidatos seguem em busca de um cargo, rumo à vitória ou à derrota. E o eleitor perde
amigos, brigas em vão e talvez se arrependa disso. E quando se arrependem é tarde
demais. Na minha opinião as pessoas que tem o poder de decidir quem governa, deveriam
refletir um pouco, parar para pensar na atual situação da nossa cidade, se está bom assim,
se precisa melhorar, penso que se cada um que vota e ajuda a eleger um determinado
candidato deveria passar a cobrar mais dele, ir atrás, fazer com que ele(s) cumpram com
as promessas ditas em palanque. Quem sabe dessa forma ocorra de fato uma mudança,
seja no município ou até mesmo no país. E preciso que haja a conscientização de todos,
inclusive a minha, para de alguma maneira lutar por mais igualdade, por direitos iguais,
por uma sociedade mais justa e por governantes honestos, mesmo sabendo que é quase
impossível de se encontrar, porém eu posso mudar a população, você também pode mudar
e fazer com que tenhamos um governo que veja o outro como a si mesmo.
É assim que a política corre em Riacho da Cruz, como também em outras cidades
pequenas. A cada quatro anos o cenário da cidade muda e quem toma lugar é a rivalidade
política. A população fica à mercê de intrigas, e da esperança que o seu candidato se eleja.
Parte da população pensa na sociedade como um todo, no bem para todos, ouve propostas,
analisa o caráter do candidato, outros em sua maioria, não pensam no conjunto, no bem
da comunidade, apenas em vê seu partido ganhando mais poder ou mesmo em ganhar
algumas migalhas. Na maioria das vezes o pobre cidadão não se importa em saber quem
vai governar, como vai governar, se trará mudanças para a população, se fará para todos,
muitos se importam com o valor a ser pago pelo seu voto e mais nada, tanto faz quem vai
ganhar ou perder, se saberá ou não trabalhar em prol do bem de toda a população. Mas
tenho certeza que o melhor a fazer é ter o cuidado e saber em quem depositar a nossa
confiança, em quem fará o melhor para a nossa cidade. Seja vereador ou prefeito quem
decide quem governa é cada cidadão.
O futuro da sociedade está nas minhas, e nas minhas, e nas de todos, então que
sejamos rigorosos e atenciosos na hora de decidir e escolher em quem votar, pois esse é
um caminho que não tem volta, só depois de quatro anos. O poder está nas nossas mãos
e que sejamos críticos, analíticos e, acima de tudo, que antes de depositar o voto em
alguém que só pensa em si próprio, nós pensamos no todo. Esse é o verdadeiro sentido
da eleição: saber escolher quem realmente tem capacidade para governar para todos e não
apenas para uma parte. Que saibamos exercer a nossa democracia na busca por uma saúde
de qualidade, uma educação que seja colocada em primeiro plano, a segurança de todos,
a geração de empregos e renda para famílias mais pobres, enfim o bem estar de todos os
habitantes, independentes se o eleitor votou em A ou B, pois quem aceita entrar numa
disputa política deve pensar nos outros antes de pensar em si mesmo. E que nós cidadãos
participantes ativos na construção e desenvolvimento da sociedade não sejamos
cúmplices de um governo de poucos, mas de um governo de todos e para todos.
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